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19/08/2017

Um caso extraordinário de reencarnação com informações verificadas: Omm Sety e sua vida no Egito Antigo Krayher (Fonte: http://www.ancient-code.com)


Pela natureza um tanto incrível das afirmações deste caso, embora com a ausência de recursos para verificação segundo os controles e os critérios da ciência atual dos eventos passados, consideramos positivamente a possibilidade deste caso ter sido autêntico na rememoração de fragmentos de uma vida passada. No entanto, devemos também considerar outras explicações como as teorias de dissociação de personalidade, Super ESP, telepatia, etc. Explicações que complicam o fenômeno e parecem até mais incríveis do que um caso autêntico de lembrança reencarnatória, que não é tão raro quanto algumas pessoas podem supor. Muitas descobertas arqueológicas foram feitas através dos apontamentos e indicações que as lembranças de Omm Seti forneceram. O conhecimento que ela demonstrava possuir, não estava disponível na literatura nem como hipóteses, e tinha uma riqueza de detalhes e precisão que chocavam.

Os detalhes da vida dessa mulher extraordinária, que intrigou pesquisadores de várias nacionalidades e permitiu se descobrissem achados arqueológicos de peso, confirmam e concordam com a vida espiritual como defendida por muitas doutrinas espiritualistas, entre elas a Doutrina Espírita. É um desafio ao pesquisador espírita ao mesmo tempo em que se mostra um exemplo patente de que vivemos várias vezes.

Milhões de pessoas ao redor do mundo, acreditam firmemente que a reencarnação é real. Curiosamente, existem inúmeros casos em todo o mundo, onde você pode encontrar indivíduos que parecem se lembrar exatamente quem eles foram em uma “vida passada”. Alguns conseguem fornecer informações tão precisas que somente uma investigação cuidadosa pode confirmar, e confirmam de fato. (Vide os estudos do Dr. Ian Stevenson)

Uma das histórias mais fascinantes sobre reencarnação é a de Dorothy Eady, uma mulher que afirma ter sido amante de um faraó e sacerdotisa da deusa Ísis em sua vida passada, há milhares de anos. Hoje em dia, muitas crianças contam a história de suas “vidas passadas” e, enquanto muitos pais encaram isso como uma imaginação infantil, há algumas histórias que não podem ser facilmente descartadas e entregues a pura fantasia. Este é o caso de Dorothy Eady.

Dorothy nasceu em 1904 em um subúrbio perto de Londres, Reino Unido. Quando ela tinha cerca de três anos de idade, ela sofreu uma queda e feriu sua cabeça gravemente. Ela chegou a ser declarada como morta por seus médicos que não conseguiam reverter seu quadro de coma. Para a surpresa de todos a criança não morreu, acordou, e a partir daquele momento, toda a sua vida se transformou. A moça mudou para sempre; Suas ações não eram as de uma criança normal de três anos, e seus pais logo notaram isso. Em várias ocasiões, a jovem Dorothy exigiu que fosse levada para casa, para o Egito, a milhares de quilômetros dos subúrbios de Londres.

Ela estava convencida de que era capaz de se lembrar da sua vida passada e que havia nascido, em uma vida diferente, através dos mares na terra dos Faraós: o Egito. Dorothy não só se lembrava de quem era, mas contou detalhes incríveis de uma época em que era sacerdotisa egípcia.

De acordo com seus relatos, ela era uma mulher chamada Bentreshyt. Ela afirmar ter vividos e servido na corte do Faraó Seti.

Assista ao documentário sobre a história de Omm Sety (em Inglês)

A jovem Dorothy deixou seus pais malucos, e sua mudança radical de comportamento não pôde ser explicada tão facilmente. Em uma ocasião, ao olhar as velhas imagens do templo de Seti I, Dorothy declarou que era lá onde estava sua casa. Ela não conseguia entender por que não havia árvores e jardins ao redor do templo, mas ela estava firmemente convencida de que estava lá sua morada, há milhares de anos atrás.

Em uma ocasião, seus pais levaram a jovem Dorothy para visitar o Museu Britânico em Londres. Ao entrar no museu, o comportamento de Dorothy se tornou ainda mais estranho quando ela correu em direção às múmias do antigo Egito com estátuas de todos os deuses e deusas do Egito Antigo, que a jovem Dorothy começou a beijar incontrolavelmente.

Logo depois, a criança começou a gritar com uma voz que parecia estranha e extremamente antiga, deixando seus pais chocados.

Com a idade de quinze anos, Dorothy já tinha começado a estudar a história do Egito, e é então, quando a jovem teve seu primeiro sonho lúcido com a múmia do faraó Seti I. Este encontro mágico trouxe de volta muitas lembranças de seu passado, e foi então quando ela começou a completar o quebra-cabeça de sua reencarnação.

As lembranças e os sonhos graduais, além do conhecimento sobre o antigo Egito que ela estava pegando, acabaram levando Dorothy a deixar a religião cristã e abraçar a antiga religião politeísta do antigo Egito.

Dorothy tinha a incrível capacidade de aprender símbolos egípcios com facilidade. Ela começou a aprender hieróglifos egípcios no Museu Britânico, e ela surpreendeu seus professores com sua habilidade. Eventualmente, Dorothy explicou que era fácil desde que ela não estava aprendendo uma língua nova, mas estava apenas lembrando uma língua que tinha esquecido.

Em 1932, Dorothy mudou-se para Egito onde viveu com seu marido, Eman Abdel Meguid, um estudante egípcio que tinha conhecido na Inglaterra. Ao chegar ao Egito, Dorothy beijou o chão sabendo que ela estava finalmente em casa, dizendo que vinha ao Egito para ficar.

Eventualmente, Dorothy ficou grávida dando à luz um filho que ela nomeou – não surpreendentemente – Sety. É por isso que Dorothy Eady foi chamada Omm Sety, que traduzindo significa: mãe de Seti. Durante anos, Dorothy se esforçou muito para se lembrar de sua vida passada, montando um quebra-cabeça: A reencarnação de Bentreshyt.

Dorothy descobriu que em sua vida passada ela era uma jovem chamada Bentreshyt, que foi criada no Templo de Seti em Abydos a partir dos três anos. Dorothy relatou ter visitações numerosas de um espírito chamado Hor-Ra, que a ajudou a decifrar os segredos de sua vida passada. Ela foi deixada no templo pelo pai; Um soldado que não podia cuidar da criança depois que sua mãe, uma modesta vendedora de frutas, morreu.

Durante sua vida no templo de Abydos, onde ela se tornou uma sacerdotisa e “virgem consagrada” eventualmente, ela conheceu o deus vivo, Faraó Seti I, e os dois finalmente se apaixonaram. Como amante do Faraó, a jovem Bentreshyt acabou grávida, mas infelizmente, o destino de tal relacionamento não teve um final feliz.

Logo depois que ela descobriu que estava grávida, um sumo sacerdote do templo disse a Bentreshyt que a criança que ela esperava representaria uma grande ofensa contra a deusa Isis e poderia causar muitos problemas ao Faraó, então ela decidiu ou foi instigada a cometer suicídio.

Ao longo do ano, Dorothy ajudou arqueólogos com suas pesquisas, demonstrando que de alguma forma, sua história fascinante, era real. Dorothy mudou-se para Abydos em 1956, onde era conhecida como Omm Sety, e foi lá que ela enfrentou inúmeros desafios que testariam suas histórias e conhecimento. Se Dorothy de fato viveu no Egito há milhares de anos, então ela certamente deve ter se lembrado e conhecido detalhes importantes. Durante uma ocasião, quando Dorothy viajou para o Templo de Seti, o inspetor-chefe do Departamento de Antiguidades que conhecia a história de Omm Seti decidiu testar sua capacidade e conhecimento para descobrir se sua história era verdadeira ou não.

O chefe do Departamento de Antiguidades estava ansioso para ver se ela estava ou não mentindo. Ela foi convidada a ficar perto de uma pintura de parede em quase completa escuridão. Lá, o chefe do departamento de antiguidades lhe disse para identificá-los de acordo com as memórias de sua vida passada. As respostas foram fascinantes.

Curiosamente, as pinturas e as marcas que Dorothy identificou nunca foram vistas por ninguém no mundo. Eles não publicaram em nenhum lugar no Egito para que ninguém pudesse vê-los. Mas não só ela sabia todas as respostas, mas também contou ao chefe do Departamento de Antiguidades coisas que nem sequer haviam descoberto.

Sua história se tornou mais famosa, e ela ajudou com escavações e pesquisas no antigo Egito. Ela traduziu peças de arte extremamente difíceis que nem mesmo os maiores arqueólogos da época conseguiram. Seu conhecimento da antiga língua egípcia ajudou vários arqueólogos que estavam escavando em Abydos.

Muitos pesquisadores consideravam cautelosamente o que Omm Seti anunciava quando se tratava de história antiga egípcia. Um deles é o famoso egiptólogo britânico Kenneth Kitchen. Enquanto Kitchen nunca quis admiti-lo abertamente, existem vários recursos escritos que indicam que ele a ouviu. No entanto, Kenneth Kitchen foi o único. Acontece que Nicholas Reeves também teve surpresas quando ele começou a procurar o “túmulo perdido” da rainha Nefertiti. De acordo com Eady, o túmulo estava localizado no Vale dos Reis.

Curiosamente, de acordo com Eady, o túmulo da Rainha Nefertiti foi descoberto localizado no Vale dos Reis.

De acordo com Omm Sety:

– Uma vez perguntei a Sua Majestade onde estava, e ele me contou. Ele disse: “Por que você quer saber?” Eu disse que gostaria de escavá-lo, e ele disse: “Não, você não deve. Nós não queremos que nada mais desta família seja conhecido”. Mas ele me disse onde estava, e eu posso te dizer isso. Está no Vale dos Reis, e está bem perto do túmulo de Tutankhamon. Mas é em um lugar onde ninguém jamais pensaria em procurá-lo “, ela riu. “E aparentemente ainda está intacto” … “

Dorothys Garden em Abydos

Todas as manhãs, Dorothy iria ao templo para orar. Durante os aniversários de Isis e Osíris, ela realizou cerimônias alimentícias, trazendo cerveja, vinho e pão, exatamente como foi fazia há milhares de anos.

Durante uma ocasião, Dorothy disse que em sua vida passada, quando ela era Bentreshyt, o Templo de Seti estava cercado por árvores e tinha um belo jardim. Naquela época, os jardins estavam longe de serem verificados. Mas então, um dia, os arqueólogos escavaram algo inédito, um jardim. Mas este não era um jardim comum em algum lugar em Abydos. O jardim foi colocado no mesmo local, onde Dorothy disse que o jardim estava.

Este conhecimento incrível e suas habilidades fascinantes são evidências suficientes para muitas pessoas de que a reencarnação é real.

Os céticos sempre permanecerão cautelosos quando se trata de afirmações desta natureza. No entanto, muitas pessoas no Egito acreditam firmemente que Omm Sety, Dorothy ou Bentreshyt, reencarnaram e viveram durante o reinado do faraó Seti I milhares de anos atrás.

Dorothy morreu em 21 de abril de 1981. Mas ela se assegurou de que, antes de sua morte, os moradores se lembrassem dela, e o fizeram, como uma senhora apaixonada com um conhecimento nunca antes visto de Abydos, do antigo Egito e da antiga língua egípcia. Se os céticos acreditavam nela ou não, é outra história, os moradores certamente o fizeram.

O artigo original pode ser lido em Inglês neste site: http://www.ancient-code.com/the-mysterious-reincarnation-of-omm-sety-a-woman-that-proved-to-have-lived-in-ancient-egypt/

 

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