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23/10/2019

Opinião: Sexo, Sexualidade(s) e Espiritismo


Participo de um grupo discussão universitário de orientação espiritista, do qual fazem parte estudantes de diversas áreas acadêmicas, de diferentes origens e credos também. Em um dos nossos encontros, ofereci-me para fomentar o debate, trazendo elementos para uma discussão sobre o tema “Sexualidade”, proposto pelo grupo no início do ano letivo. Estando longe de ser um especialista no assunto e dispondo de pouco tempo para um pesquisa mais apurada ou para o amadurecimento de uma reflexão a respeito, fiz algumas anotações bastante preliminares e as dividi em três etapas: uma visão geral dos debates científicos sobre sexualidade (I), notas sobre o tema na doutrina e no movimento espiritistas (II) e, por fim, questionamentos e perspectivas no âmbito da sociedade contemporânea (III).

I. Ciências do Sexo? Sexualidades nas ciências

O tema da sexualidade humana, isto é, das vivências sexuais de homens e mulheres foi, por muito tempo, ao menos nas sociedades ocidentais, um tema tradicionalmente marcado, impregnado, quando não dominado pelo discurso, prática e pensamento religiosos. Com o declínio do poder de influência das religiões no ocidente, a medicina e as ciências do comportamento, com destaque para a psicologia, tornam-se a base para a construção de novas normatividades (BOZON, 2004). Assim, o século XX foi marcado pela chamada revolução contraceptiva, fruto dos avanços da bioquímica, do mesmo modo que pela crescente discussão sobre o uso de preservativos, sobretudo masculinos, mas também femininos. O advento das técnicas de contracepção abre perspectivas no sentido da emancipação sexual da mulher que, a partir de então, poderia, ao menos em princípio, fazer sexo sem que houvesse o perigo de uma gravidez não desejada. Mais ainda, com o surgimento e a popularização dos preservativos, abre-se um imenso leque de possibilidades para as experiências sexuais, dessa vez sem o risco (evidentemente muito maior) da aquisição das doenças sexualmente transmissíveis. Nesse sentido, o uso, o não uso e o mal uso dos meios de prevenção a doenças, bem como dessa nova “liberdade” conquistada por homens e mulheres, são temas de grande parte dos estudos sobre sexualidade(s), em especial daqueles que envolvem juventude.

Do ponto de vista das ciências humanas, há uma tradição muito pouco sólida de estudos sobre sexualidade.

Há um crescente interesse, nas última décadas, pelos chamados estudos de gênero, por exemplo, assim como já há estudos de referência sobre as vivências sexuais ao longo da história (ver, entre outros, Foucault e sua célebre História da Sexualidade, publicada entre 1976 e 1984). Já é possível também identificar um número significativo de estudos, de maior ou menor impacto, num campo como o da antropologia (Loyola, 2000), investigando temas como a questão da sensibilidade, além do sexo propriamente dito, como objetos de estudo ou enquanto vias para a construção subjetiva de si.

No âmbito dos estudos de gênero, tema caro ao das vivências sexuais, além de questões como homoafetividade, universos queer entre outras, destaco como extremamente significativa a problemática das crianças e dos jovens intersex. Na minha opinião, esse tipo de situação evidencia quais as nossas referências sócio-culturais no que diz respeito ao sexo e à sexualidade. Nesse sentido, trata-se de um fenômeno heurístico, isto é, um fenômeno através do qual podemos captar, com alguma perspicácia, aquilo que se passa no mundo hoje. Um bom exemplo de uma reflexão feita nesse sentido é o estudo da antropóloga Paula Sandrine Machado, que contrastou as perspectivas de médicos e familiares envolvidos nesse processo de exame e interferência sobre a anatomia, que leva em consideração visibilidades e invisibilidades do sexo dessas crianças e jovens. Ela propõe que “o sexo é tão construído na cultura quanto o gênero e que as fronteiras entre o natural e o não-natural são facilmente borradas quando se trata de definí-las a partir do que é considerado dentro e fora das normas sociais” (MACHADO, 2009).


II. Doutrina, doutrinadores e doutrinados: debates espíritas e sexualidades

Allan Kardec, n’O Livro dos Espíritos, dedica pelo menos três perguntas ao tema do sexo nos espíritos. Retomemos esse trecho:

“[Pergunta] 200 – Os espíritos têm sexos? – Não como o entendeis, pois, os sexos dependem do organismo. Entre eles há amor e simpatia baseados na identidade de sentimentos. 201 – O Espírito que animou o corpo de um homem, em nova existência, pode animar o de uma mulher, e vice-versa?- Sim, são os mesmos Espíritos que animam os homens e as mulheres.202 – Quando se é Espírito, prefere-se encarnar no corpo de um homem ou de uma mulher?- Isso pouco importa ao Espírito; ele escolhe segundo as provas que deve suportar” (KARDEC, 2005, grifos do autor).

Uma das ideias centrais à doutrina espírita é, na minha leitura, a do papel da experiência para o progresso do espírito. Afirmar que o espírito não tem sexo (no sentido biopsicofisiológico que atribuímos ao termo) não significa descrevê-lo como alheio à experiência sexual. A sexualidade está, como vimos anteriormente, relacionada a diversas outras dimensões da vida humana, como a família, a comunidade, a psique. Pode-se dizer que é nesse sentido que Francisco Cândido Xavier perguntava ao público do Pinga-Fogo, ainda em 1971, se o sexo, nas suas mais variadas manifestações, seria condenado às trevas. Ele lembra, aliás, na ocasião, que nós não somos chamados apenas à reprodução no sentido material, mas também à fecundidade espiritual. Encontramos, nos meios espíritas contemporâneos, ideias como essa, creio, de alto calibre intelectual e moral, e que se mostram (se não completamente corretas, porque humanas) ao menos construtivas, enriquecedoras do debate. Receio, no entanto, que esse quadro não se repita em grande parte (se não na maioria) dos debates espíritas de maior alcance. Quarenta anos mais tarde, ao vasculhar textos e vídeos a respeito do tema no meio espírita, encontrei um debate vago, ultrapassado do ponto de vista científico (e mesmo religioso), acorrentado pelo preconceito, uma das formas da crueldade humana, e turvado pelas sombras do senso comum e da ignorância grosseira. O leitor pode entender o meu comentário como um exagero. Mesmo porque, não sendo um especialista nem em Espiritismo, nem em sexualidade, é possível que eu esteja cometendo equívocos. Gostaria, porém, de explicar os porquês desses adjetivos.

Primeiramente, é preciso circunscrever o debate, observando de onde partem essas ideias e qual o seu alcance. Embora a doutrina espiritista tenha sido elaborada na Europa continental, a partir do trabalho admirável de Allan Kardec (pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, 1804-1869), o grande movimento espírita organiza-se e efetiva-se contemporaneamente, até onde conheço, no Brasil. Aqui surgiram suas grandes lideranças do século XX, aqui vive e daqui provêm a maioria dos seus adeptos, simpatizantes, estudiosos, que orientam-se pela e dialogam com a doutrina de maneira (diga-se de passagem) não necessariamente religiosa. Não pretendo discutir esse tema, mas creio que seja importante observar que quando falamos em “movimento espírita” referimo-nos, frequentemente, ao movimento espírita brasileiro.

Segundo, situado em um contexto brasileiro, o movimento tem reproduzido, precariamente inclusive, ecos de um debate acadêmico antigo e local (sobre esse debate acadêmico brasileiro, ver LOYOLA, 2000). Fala-se ainda, em considerável parcela dos debates espíritas, em “homossexualismo”, como se esse fosse “a” questão polêmica em termos de sexualidade. A ciência, aliás, faz alguns anos, já nem mesmo faz uso do sufixo “-ismo”. Muitos espíritas discutem, além disso, as causas daquilo que grande parte deles ainda considera um desvio de comportamento. Não as encontrando na ciência, cria-se, especula-se a respeito, na tentativa de manter um discurso moralizante, quando não moralista, travestido de entendimento. Esse não é um fato qualquer: contraria os preceitos-chave da doutrina espiritista, que defende, de um lado, o crivo da razão e a ciência e, de outro, a caridade, que também se manifesta no cuidado ao falar sobre os outros, nossos irmãos (orientação dada, em verdade, por Jesus, e assimilada pelo espiritismo, enquanto doutrina cristã).

Para ilustrar esse aspecto, vale a pena citar trechos de depoimentos de lideranças espíritas sobre o tema, colhidos recentemente por pesquisadores no assunto (Cf. NETO et al., 2009, de onde foram retirados todos os depoimentos que seguem). Foram entrevistadas quatro lideranças espíritas. A primeira liderança (os nomes não são dados) afirma que “o comportamento sexual entre homem e mulher também está bem definido na própria natureza, a própria natureza está definindo. Quando a gente sai fora, exagera, são questões puramente pessoais, questão de moral”. Essa liderança segue associando qualquer “desvio” a essa definição natural, ou “doença da alma”, como ele entende, às más inclinações de que nos fala a codificação espírita. Essa liderança afirma também ser contra as famílias formadas por pessoas do mesmo sexo: seriam, para ele, motivos de sofrimento para as crianças. À bissexualidade, essa liderança associa “a falta de educação” durante a infância, e argumenta: “a criança não foi devidamente educada, porque ou se é heterossexual ou se é homossexual. As duas coisas não consigo entender. Eu acho que quando é as duas coisas é falta de educação, pra mim faltou educação”. Por fim, procura explicar o fenômenos daquilo que denomina “um desvio sexual estabelecido na natureza” ou homossexualidade: tratar-se-ia (cito agora os pesquisadores que reportavam-se ao depoimento da liderança) de uma “vivência conflituosa desta sexualidade na vida atual”, causada por “transtornos e dificuldades vividos por uma pessoa no campo da sexualidade, em uma vida pretérita”.

A segunda liderança, mais moderada, observa que, junto com uma corrente que considera a homossexualidade como um desvio, há outra que a compreende como uma orientação sexual. Essa liderança mostrou-se preocupada com a efemeridade das relações homossexuais e defendeu a prática da monogamia como fundamento da construção da família – não importando, então, os sexos dos seus membros. Cita o livro Sexo e Destino, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira, apontando que no “mundo vidouro os irmão encarnados, tanto em condições normais, [quanto em] condições julgadas anormais, segundo os valores da sociedade, serão tratados em pé de igualdade no mesmo nível de dignidade humana” e que a lei caminha atualmente nessa direção. Para essa liderança, por fim, “não é a orientação sexual que determina a condição evolutiva de ninguém. (…) É onde você está mostrando qual o grau de responsabilidade que você lida com a sua energia sexual, com a sua sexualidade, independente da orientação sexual do companheiro”.

A terceira liderança sustenta que se deve, acima de tudo, aprender “a respeitar o outro e não ser promíscuo. Essa é a grande orientação. Eu vejo no plano espiritual até um respeito muito grande àquele espírito”. Observa que “o espiritismo nos coloca o sexo como algo que está presente na natureza, faz parte da natureza humana. (…) Não vai se deixar de viver o sexo, mesmo que não haja o casamento formal, com o papel, mas que haja naqueles que passam a ter uma vida em comum uma responsabilidade diante dessa vivência sexual, que essa vivência sexual seja feita com respeito ao parceiro, que não haja uma promiscuidade, no processo de sua vida sexual”.

Por fim, a quarta liderança entrevistada argumenta também no sentido de que o comportamento sexual é mais importante que a orientação: “o grande problema (…) é a promiscuidade”, afirma. Defende a prerrogativa da não proibição, mas sim educação, orientação. “Um livro do Chico Xavier [ditado por Emmanuel], ‘Vida e Sexo’, que eu acho um livro fabuloso, mas difícil. (…) Ele fala assim: ‘não proibição, mas educação. Não a abstinência imposta, mas o emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo. Não a indisciplina, mas controle. Não ao impulso livre, mas responsabilidade, porque ante o amor, ante a luz do amor e da vida, porque aplicação do sexo é assunto pertinente à consciência de cada um” (cf. NETO et al., 2009).

A julgar pela diversidade das posições, fica claro que os pontos de vista são tendencialmente idiossincráticos e não necessariamente doutrinários. Dito de outro modo, são as pessoas que fazem parte dos movimentos espiritistas que, hoje, pensam assim; trata-se de uma manifestação de suas ideias, e não de consensos ou mesmo de orientações gerais propostas pela codificação.

Nos meios acadêmicos, há anos já são problematizadas outras questões que, pode-se dizer, estão mais afinadas com a sociabilidade contemporânea, no Brasil ou no mundo. Ou seja, discute-se também, mas não apenas a homoafetividade. Nesse sentido, temas como o das crianças e jovens intersex já têm sido discutidos, assim como as novas e futuras formas das vivências afetivas humanas (nas suas diversas manifestações). Do mesmo modo, também se reconhece e combate o problema da violência sexual, cometida, em muitos casos, em casa, na intimidade do lar, por “pais de família” “heterossexuais”, que estupram mulheres, filhas e filhos, que são, ao menos nesse momento, vítimas indefesas. Nota: lembremo-nos que a oposição vítima e verdugo representa, tanto na academia quanto na doutrina espírita, uma discussão de maior complexidade, o que não impede, no entanto, o reconhecimento de que o estupro é um ato de violência e de crueldade.

Em suma, o debate sobre sexualidade no espiritismo ainda está muito ligado ao tema do homossexualismo – como eram designados, até os anos 1980, parte daquilo que hoje configura os chamados estudos sobre homoafetividade. Embora esse seja um tema importante e extremamente atual, parece-me um tanto limitado abordar a questão da vivência sexual somente partindo desse viés. No fundo, segue-se o princípio de que devemos começar enfrentando os problemas, as mazelas e anomalias da sociedade para podermos nos dirigir à nossa fatal felicidade, para evoluirmos, caminhando na direção do bem. E, enquanto a homossexualidade for vislumbrada como desvio, ainda haverá aqueles que pensam que discutir a sexualidade a partir desse prisma é um ato de caridade.

III. Amor e Paixão, amores e paixões: tendências do debate?

O debate sobre as vivências sexuais está em franca expansão, seja nos meios acadêmicos, nos espíritas, seja na sociedade de um modo geral, em nível nacional, regional e mundial. Trata-se de um dos temas que afloram necessariamente numa situação de globalização, através da qual o contato com o outro, as alteridades do mundo, é intensificado, escancarando-se, factualmente, as diversidades do mundo. O debate espírita, numa visão otimista, tem dado sinais de acompanhar, ainda que um pouco tardiamente, aquilo que se tem discutido na ciência: através do estudo, do bom senso, ou mesmo da reflexão amadurecida.

Encontrei vídeos na internet (ver referências) nos quais as maiores lideranças espíritas do país tratam do assunto. Eles não fogem completamente do padrão apresentado na seção anterior desse texto, mesmo porque muitos consistem apenas em respostas a perguntas de espectadores (e não em uma exposição desenvolvida, por exemplo). O que me impressionou, no entanto, foi uma tendência à recuperação de ideias fundamentais como a do princípio do amor ao próximo, de Cristo Jesus, e sua articulação com a reflexão sobre o tema na ciência e na moral espíritas. Assim, encontrei uma entrevista com José Medrado, por exemplo, em que ele exorta os espectadores a refletir sobre o ser cristão. Ele lembra que ser cristão não é condenar, nem julgar, mas sim acolher e respeitar. Medrado também esclarece que as causas da homossexualidade são desconhecidas à ciência – como o são, acrescente-se, as causas de todas as manifestações sexuais, inclusive as heteroafetivas, que não configuram mais que polêmicos debates no meio científico [o adendo é nosso]. Medrado observa também que muito da polêmica se deve ao estranhamento, isto é, ao choque provocado por aquilo com que não se está habituado. Exemplifica, nesse sentido, que muitas pessoas se chocam ao ver um casal de velhos se beijando em público.

Não é habitual, o que, note o leitor, não significa dizer que não seja natural, que seja bom ou ruim. Nessa mesma entrevista, Medrado transmite uma belíssima mensagem de um amigo desencarnado (não identificado), que sintetiza sua explanação: “Nas tramas e dramas da alma milenar, nada é conceituado ou definido com uma simples oração”.

Em outra gravação, Raul Teixeira defende a educação para a vida como orientação para os espiritistas. Ele afirma, nessa direção, que “não cabe ao centro espírita traçar diretrizes para a vivência sexual dos seus frequentadores”. Isso representa, na minha opinião, um passo à frente de boa parte dos movimentos brasileiros de fé. Frequentemente aceita-se a diferença, desde que ela não seja tão diferente assim.

Outros, no entanto, defendem que a homossexualidade e, talvez possamos estender, todas as “irregularidades” afetivas e sexuais (no fundo é isso que se diz) estão ligadas, em muitos casos, ao mal aproveitamento da sexualidade em vidas passadas. Outra versão dessa teoria é aquela que afirma serem homossexuais e bissexuais espíritos que guardam impressões de uma vida anterior e vieram, assim, nesta vida, portadores de outro sexo com o intuito de aprender. Sendo assim, a diversidade sexual consistiria em um aprendizado. Isso é coerente com a doutrina espírita que, como disse anteriormente, atribui enorme valor à experiência, já que, por meio dela, complexificamo-nos, evoluímos da direção de Deus, da totalidade divina. No entanto, embora aparentemente moralizante, esse tipo de afirmação talvez esconda uma presunção que, diga-se de passagem, parece-me muito corrente nos meios espíritas: a de que alguém possa saber, de antemão, o que o outro tem para aprender.

Conclusão:

Tenho uma visão otimista dessa discussão, seja nos debates espíritas, jurídicos, científicos, seja naquilo que se convencionou chamar de senso comum, onde, a respeito desse tema, incluo-me sinceramente. As afetividades, as formas de amar, são um tema complexo e dinâmico, estando em constante debate e inovação. Bom será, no entanto, se lograrmos distinguir entre o Amor (A maiúsculo) e os amores da nossa vivência terrena.

Referências

Trabalhos escritos:
ALMEIDA, M. 2003. “Antropologia e Sexualidade. (Consensos e Conflitos Teóricos em Perspectiva Histórica)”, in FONSECA, L.; SOARES, C. VAZ, J. M. (Org.) A Sexologia, Perspectiva Multidisciplinar. Coimbra: Quarteto, vol. II, pp. 53-72.
BOZON, M. 2004. Sociologia da sexualidade. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.
KARDEC, A. [1857] O Livro dos Espíritos (Contendo os princípios da doutrina espírita). Trad. de S. Gentile. Araras: Instituto de Difusão Espírita, 2005.
LOYOLA, M. 2000. “A Antropologia da Sexualidade no Brasil”. Physis: Rev. Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, 10(1): 143-167.
MACHADO, P. 2005. “O Sexo dos anjos: um olhar sobre a anatomia e a produção do sexo (como se fosse) natural”. Cadernos Pagu (24), janeiro-junho, pp. 249-281.
MOTT, L. “Teoria Antropológica e Sexualidade Humana”. Salvador: UFBa, s/ data. Disponível online (acesso em 29.09.2011)
NASCIMENTO, E. 2004. “Sociologia da sexualidade” [resenha do livro de Michel Bozon]. Ciência e Saúde coletiva. Rio de Janeiro, Oct./ Dec.
NETO, J. P. (et al.). 2009. “As representações da diversidade sexual no campo religioso”. Serviço Social & Realidade, v. 18, N. 1, pp. 241-276.
OLTRAMARI, L. 2005. “Sociologia da sexualidade” [resenha do livro de M. Bozon]. Revista Brasileira de Educação, n. 29, Rio de Janeiro, May/ Aug.

Vídeos disponíveis na rede mundial (acessados, pela última vez em 29.09.2011). Os vídeos não trazem, contudo, a data da gravação.

Veja o Artigo original.

 

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