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27/04/2017

Liberdade poética? Não no Espiritismo Por Backpacker


(…) “Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve“, frase atribuída ao poeta/romancista britânico Lewis Carroll (1832 – 1898), em sua obra “Alice no País das Maravilhas”. Esta frase pode até ser usada num sentido figurado, pois no caso supracitado existe a liberdade poética.

Mas trazendo-a para nosso âmbito, espiritista, representa uma aparente e pretensa liberdade, que culmina em uma situação cômoda. Esta foi a situação cômoda criada pelo movimento espírita brasileiro (MEB) ao aceitar todo conteúdo proveniente de médiuns e supostos médiuns, sem a aferição assegurada pelo método espírita (CUEE).

Sendo assim, esta ação é diametralmente oposta ao propósito espírita, pois este guarda consigo os princípios norteadores ao progresso intelectual e moral.

A estrada do discernimento nos indica que para uma ideia hastear a bandeira espírita ela deve avançar com a ciência, e ideias científicas somente são sancionadas com o aval de uma concordância universal.

Para aqueles que ainda não conhecem o método, convidamos à leitura e estudo dos seguintes itens:

– Evangelho segundo o Espiritismo: Introdução, Item II – Autoridade da Doutrina Espírita – Controle Universal do Ensino dos Espíritos;
– Livro dos Médiuns: Capítulos XXVII, XXVIII e XXXI (incidem direta e indiretamente sobre o tema), mas principalmente a observação de Erasto que reproduzo integralmente a seguir:

A melhor garantia de que um princípio é a expressão da verdade está no fato de ser ensinado por diferentes Espíritos, através de médiuns estranhos uns aos outros, em diferentes lugares e além disso confirmado pela razão e sancionado pela adesão do maior número. Só a verdade pode dar raízes a uma doutrina. Um sistema errôneo pode muito bem conseguir alguns adeptos, mas como lhe falta a primeira condição de vitalidade terá apenas uma existência efêmera. Eis porque não há motivo para inquietações: ele se mata pelos seus próprios erros e cairá inevitavelmente diante da poderosa arma da lógica.

Como Kardec sempre acentuou, devemos considerar os Espíritos como criaturas humanas desencarnadas e não como entes divinos. Essa posição natural evitaria que aceitássemos grande parte das suas comunicações, evitando muitos enganos.

Por fim, o comodismo e o sincretismo do MEB, culminarão nesta frase dita pelo filósofo Sêneca, quando os espíritas discernirem o verdadeiro propósito da Doutrina, seu método e o comportamento científico advindo de suas diretrizes:

“Vento algum é favorável para quem não sabe para onde quer ir”

Isso posto deixo a imagem abaixo para servir de dúvida e incentivo aos novos espíritas que adentrarem este grupo, qual caminho você quer seguir? O fácil e falacioso/fantasioso ou o difícil mas verdadeiro e seguro?

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