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24/08/2017

Irmãos Espíritas? Moura Rêgo


O segundo mandamento do “ditame do Cristo”é: “Amarás a teu próximo como se fosse a ti mesmo”.

Mas não termina ai, o doce Nazareno nos explica com propriedade e clareza quando adita àquele mandamento a seguinte máxima: “Estão nesse mandamento, todas as Doutrinas e todos os profetas”.

Curioso é, e os faz refletir com algum desapontamento, a atitude de alguns confrades, companheiros de ideal espírita, integrantes de muitas das listas de discussão e estudo de temas espíritas na Internet.

Estes, que se intitulam espíritas e cristãos, parecem esquecer das máximas de amor e fraternidade exemplificadas pelo Mestre, esquecendo-se, eles, de obrarem de acordo com elas.

É fato comum, lermos nessas listas, de muitos de seus integrantes, não o altear desse conviver fraterno, norteado pela caridade e respeito ao próximo, mas a palavra ácida, que acicata e por vezes trás o fito de denegrir, este, aquele, ou um grupo de trabalhadores.

Não por erro que hajam cometido, mas simplesmente de terem estes se afastado das convicções íntimas desses inquisidores. Então, estes cientistas, filósofos ou religiosos de um falso espiritismo, que se acham os detentores do saber supremo, encorajados pela distancia, escondidos atrás das teles dos monitores de seus computadores, tornam-se os algozes mais pérfidos de seus irmãos de ideal doutrinário e muita das vezes, nem conhecem a pessoa a quem tentam atingir, ou o trabalho do grupo a que se referem em suas levianas palavras.

Em suas colocações, sempre as mais “verdadeiras”, estendem seus comentários, que deveriam ser pautados na doutrina, dentro de ambiente fraterno, não à ideia em discussão, mas tentam solapar, destruir, através de leviandades mentirosas, o trabalho executado por suas vítimas.

Não se vê ali, senão a voz do orgulho adoecido ou da vaidade míope.

Posso criticar, dizem eles. Mas não aceitam críticas à suas palavras.

Amigos, onde a razão emperra, cessa o diálogo inteligente e amigável. Saibamos todos nós, convivermos socialmente, lembrando-nos que o nosso direito termina, onde começa o do próximo. Procuremos sempre, o mais possível, o diálogo fraterno e embasado na doutrina, lembrando-nos que nossa discussão sempre será no campo das idéias, e que para isso não precisamos atingir pessoas ou grupos, que no mais das vezes, nem conhecemos.

Muita paz,

Bem Haja.

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