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27/04/2017

Hipnotismo e Obsessão – Resumo Histórico Luiz Gonzaga Pinheiro


Todos sabem que a aprendizagem é um processo constante em nossas vidas. Ninguém sabe tudo ou desconhece tudo. A Doutrina Espírita sabiamente esclarece que o Espírito parte da simplicidade do desconhecimento para a sabedoria ainda incompreensível para nós que apenas iniciamos nas primeiras letras do alfabeto evolutivo.

Nessa caminhada o conhecimento é uma ferramenta indispensável em qualquer campo de atividade humana. Na mediunidade, onde se trabalha com o palpável e também com o não mensurável, mais exigente é a aquisição de conhecimentos, a fim de que o trabalhador espírita possa desempenhar sem equívocos as tarefas exigidas para sua missão.

Não há médiuns razoáveis sem o estudo sobre si mesmo e sobre a faculdade que lhe foi confiada. Bons médiuns são raros, pois sabe-se que uma das suas primeiras necessidades é evangelizar a si próprio. No campo moral, onde nossas conquistas são milimétricas, está o principal entrave da nossa caminhada. Todavia, santificar-se não é tudo.

O Espiritismo adverte que o amor e a instrução são as asas de que o Espírito precisa para chegar à casa do Pai. Não convém, portanto, tentar aproximação de Deus apenas com louvações demoradas deixando a ferramenta ao sabor da ferrugem.

“AMAMOS A DEUS ATRAVÉS DO PRÓXIMO”

Se alguém apenas canta e dança em homenagem ao Santíssimo, assemelha-se ao pássaro de asa quebrada condenado a arrastar-se na terra. A mediunidade é uma missão que nos é confiada para que a façamos germinar como a boa semente em solo fértil. Primeiro é preciso conhecê-la, entendê-la, educá-la para então colocá-la à disposição de nossos instrutores. Para tanto é essencial o seu estudo metódico e permanente.

O Estudo é como a pedra de toque que mantém a ferramenta sempre afiada. Uma ferramenta bem cuidada rende maior cota de trabalho com mais segurança e menos desgaste. Sob o argumento de que ainda não atingimos os grandes dons ou os grandes feitos não entreguemos a nossa ferramenta à ferrugem. Cada trabalhador tem a sua parcela de ação, mínima que seja, no plano de Deus para fazer florescer a Terra. Se sabemos apenas empunhar uma vassoura, que a usemos em benefício de todos, pois na seara de Deus não existe meu nem teu, mas nosso.

Seja lá o que soubermos fazer que o façamos bem, ou seja, de todo o coração. E se não soubermos nada, desculpa de alguns, que tratemos urgente de adquirir conhecimentos que nos possibilitem alistamento entre os trabalhadores do Senhor. Foi visando auxiliar aos companheiros da área mediúnica que escrevi este trabalho. Que ele possa gerar algum fruto no pomar dos nossos corações.

HIPNOTISMO

Resumo Histórico

O hipnotismo tem suas origens ligadas aos nossos mais remotos ancestrais. Velho conhecido dos iniciados egípcios, caldeus, hindus, dentre outros, tinha eficiente aplicação nas mais variadas patogenias, diferindo dos métodos atuais mais pela nomenclatura que pelas técnicas empregadas. Seus praticantes eram tomados à conta de feiticeiros, santos, anjos ou demônios, a depender dos milagres ou diabruras que realizavam.

Dentre os povos antigos alguns se destacaram na pesquisa e na prática dessa magia. O Egito faraônico, cujos sacerdotes eram exímios pesquisadores dos fenômenos psíquicos, dedicou alguns templos aos sonhos. Nestes os pacientes recebiam sugestões terapêuticas enquanto dormiam para que as executassem em estado de vigília. Gravuras e papiros daquela época descrevem instruções técnicas de hipnotização e mostram sacerdotes induzindo pacientes ao transe hipnótico. Na Grécia, em Epidaurus, faziam-se romarias ao templo do Deus da Medicina, no qual os peregrinos eram tratados pelos sacerdotes com técnicas de hipnose.

Sugestionados, os visitantes saíam cientes de que Esculápio lhes haviam ditado os prováveis meios de cura. Os taumaturgos caldeus, igualmente praticavam o hipnotismo com finalidades terapêuticas, fazendo de seus santuários pontos de aconchego para o alívio da dor.. Como resultado da ação hipnótica ou da auto-hipnose podemos explicar a anestesia dos mártires, que sofriam torturas e flagelações sem apresentarem sinais de sofrimento. Os métodos da Yoga chamam a atenção pela superação da dor, da fome, do frio e de outras necessidades humanas.

Hindus, chineses e tibetanos conhecem e praticam a hipnose em suas práticas religiosas há muitos séculos. De Avicena, a Paracelso, de Richard Middletown que elaborou um tratado sobre fenômenos hipnóticos em plena idade média, a Gassner, jesuíta que realizava curas espetaculares através da hipnose, chegamos a Mesmer. Vale ressaltar que Gassner, sendo jesuíta, para não ter a reprovação da Igreja, dizia praticar o exorcismo, escondendo desta seus métodos hipnóticos. Era crença comum a sua época, fruto da ignorância e do fanatismo religiosos, interpretar a doença como uma possessão demoníaca. Gassner aproveitando-se da ingenuidade popular e da prepotência da Igreja, que julgava tudo fiscalizar e dominar com eficiência, dizia retirar o demônio com técnicas exorcistas.

A título de ilustração descrevemos o relato de um médico que assistiu a uma de suas sessões de exorcismo, levada a efeito para curar uma jovem camponesa:

Entrando de maneira dramática no aposento, o padre Gassner tocou a jovem com um crucifixo, e essa, como que fulminada, caiu ao chão em estado de desmaio. Falando-lhe em latim, a paciente reagiu instantaneamente. À ordem de “Agitatur bracium sinistrum”, o braço esquerdo da jovem começou a mover-se num crescendo de velocidade. E ao comando tonitroante “Casset!”, o braço se imobilizou voltando à posição anterior. Ato contínuo, o padre lhe sugere que está louca, e a jovem, com o rosto horrivelmente desfigurado, corre furiosamente pela sala, manifestando todos os sintomas característicos da loucura. Bastou a ordem enérgica “Pacet!” para que ela aquietasse como se nada houvesse ocorrido de anormal. O padre Gassner nessa altura lhe ordena falar em latim, e a jovem pronuncia o idioma que, certamente, lhe era desconhecido. Finalmente, Gassner ordena à moça uma redução nas batidas do coração. E o médico constata uma diminuição na pulsação. Ao comando contrário, o pulso se acelera, chegando a 120 pulsações por minuto. Em seguida, a jovem estendida no chão, recebe a sugestão de que suas pulsações se iriam reduzir cada vez mais, até cessarem completamente. Seus músculos se iriam relaxando totalmente e ela morreria, ainda que apenas temporariamente. E o médico, espantado, não percebendo sequer vestígios de pulso ou de respiração, declara a jovem morta. O padre Gassner sorri confiante. Bastou uma ordem sua para que a jovem tornasse gradativamente à vida. E com o demônio devidamente expulso do seu corpo, a moça, sentindo-se como que nascida de novo, desperta e agradece sorridente ao padre o milagre de sua cura. (extraído do livro O Hipnotismo, de Karl Weissmann).

Mesmer considerava o fluido como o meio de influência mútua entre os corpos celestes e a Terra. Para ele o fluido preenchia todos os espaços vazios, recebendo, propagando e comunicando todas as impressões do movimento. O corpo animal experimenta os efeitos desse agente: e é insinuando- se na substância dos nervos que ele os afeta imediatamente.

Na sua tese, Influência dos astros na cura das doenças, defendida na Universidade de Viena, apoia e defende o fluidismo universal, principio através do qual explica que as enfermidades decorrem da ausência desse fluido no organismo, elevando-o à categoria de essência da vida. Sua teoria está embasada em 27 proposições escritas por ele, utilizadas na sua prática médica como referenciais para o tratamento de seus pacientes.

Quando começou a clinicar Mesmer não tinha grandes preocupações com o caráter científico, fato que desagradou a inúmeros defensores da medicina tradicional. Seus métodos nada ortodoxos, seu aparato teatral, a forma bizarra como se apresentava, influenciavam os pacientes, mas enfureciam os “impacientes” colegas médicos que perdiam clientes para ele e não acreditavam na eficiência de sua terapia. As experiências de Mesmer chamaram a atenção de pesquisadores sérios que resolveram investigar o fenômeno inusitado.

Dentre eles destacou-se o Marquês De Puységur, que ao magnetizar um camponês que sofria de uma moléstia pulmonar o levou a um estado de sono e repouso, no lugar das costumeiras convulsões apresentadas por Mesmer. O paciente, Vitor Race, parecia dormir, no entanto, movia os lábios e falava de maneira mais inteligente que o normal, chegando mesmo a receitar um tratamento para sua própria doença que, ministrado, foi coroado de pleno êxito.

ESTAVA DESCOBERTO O SONAMBULISMO.

A partir de então, Mesmer e Puységur passaram a utilizar métodos de cura diferentes, embora centrados no mesmo princípio. O primeiro insistia com seus métodos teatrais provocando crises nervosas, convulsões, choros e desmaios. O segundo, seu discípulo, contrariamente, a sugerir paz, serenidade, ausência de dor e um estado ulterior de tranqüilidade e bem-estar. Dali para diante, a metodologia de Puységur seria uma norma usual nos casos de hipnotismo com objetivos de cura.

Das experiências desse mestre vieram à tona os fenômenos de visão à distancia e através de corpos opacos hoje estudados na prática mediúnica, notadamente no campo do desdobramento ou projeção da consciência. A Academia de Paris, convocada por Luís XVI para opinar sobre o magnetismo, formou uma comissão composta por Lavoisier, Bailly e Benjamin Franklim, embaixador americano em Paris, para que emitisse parecer sobre a nova maneira de exercer a medicina.

Como a pedido de Mesmer a Academia havia recusado anteriormente a investigar-lhe as práticas medicinais, ele não aceitou colaborar desta feita com os citados cientistas. Sem se importar com a falta de cooperação do médico, atitude que apenas fortaleceu a desconfiança da comissão quanto a eficiência dos métodos a serem analisados, a equipe fez sua observação através de demonstrações de alunos que, tomando o lugar do mestre, defenderam a tese do magnetismo de maneira incompleta e insuficiente. A comissão, por sua vez, tomando o lugar de pacientes na “Tina das convulsões”, ampla caixa de madeira de forma circular com dimensões gigantes e entulhada de limalhas de ferro, ao redor da qual todos se davam as mãos formando um anel de força, nada sentiu, mesmo porque estava condicionada a não crer na eficiência do método. Diante do resultado obtido deu parecer condenatório às experiências ali praticadas, taxando Mesmer de embusteiro.

Esse duro golpe em Mesmer fez com que ele abandonasse Paris e, tão desgostoso ficou com o resultado apresentado pela comissão que, ao mudar-se para Inglaterra, ocultou seu verdadeiro nome, voltando para a Áustria posteriormente, lá morrendo abandonado pelos que antes o admiravam.

Todavia, quando uma idéia é verdadeira, nada é capaz de barrar-lhe o curso. Continuaram as experiências sobre o magnetismo o Barão Du Potet e Carlos Lafontaine, ambos escritores e apresentadores de espetáculos públicos, nos quais exibiam os resultados das investigações que faziam.

Aproveitando a descoberta de Puységur, por quem foi estimulado a pesquisar o fenômeno do sonambulismo, o padre português José Custódio de Faria, que ficou conhecido na França como o Abade Faria, desvinculou o hipnotismo de todas as crendices e práticas vigentes, estabelecendo que o mesmo tinha como base a sugestão, que seria aceita ou não por parte do paciente. O método do Abade Faria não difere muito dos atuais, pois além de tomar como base a sugestão, desvincula hipnose de sono. O Abade recomendava um relaxamento muscular e, fitando os olhos do paciente, emitia repetidamente a ordem de dormir.

Ao contrário daqueles que admitiam no hipnotismo uma influência magnética do hipnotizador, ele foi o primeiro hipnotista a identificar o lado subjetivo do fenômeno e a explicar que o transe se produzia e podia ser explicado em função do hipnotizado, acabando com a crença nas forças misteriosas e sobrenaturais que envolviam o fenômeno.

Como guerreiro seguinte lutando a favor do magnetismo, entra em cena o Dr. John Ellioston, uma das maiores figuras da medicina britânica. Professor universitário, introdutor do estetoscópio na Inglaterra, esse cientista passou a utilizar o então chamado sono magnético para fins cirúrgicos e psiquiátricos. Naturalmente, os “donos do saber”, acadêmicos estrábicos e presunçosos, voltaram-se contra ele advertindo-o para não praticar atos indignos de um verdadeiro cientista. Como resposta a arrogância de seus amigos médicos, pediu demissão do hospital, ocasião em que escreveu esta pérola do pensamento científico: A Universidade foi estabelecida para o descobrimento e a difusão da verdade. Todas as outras considerações são secundárias. Nós devemos orientar o público e não deixar-nos orientar por ele. A única questão é saber se a coisa é ou não verdadeira. Dito isso, fundou seu próprio hospital, o “Mesmeric Hospital” em Londres, que serviu de modelo para outros que se sucederam em vários países. Data dessa época, na Alemanha, na Áustria, na França, nos Estados Unidos, dentre outros países, as operações cirúrgicas efetuadas sob o efeito de hipnose, onde os pacientes se deixavam cortar sem o emprego de nenhum anestésico e sem sentirem dor. Esdaile, médico escocês, utilizando o método de Ellioston, veio a tornar-se o pioneiro na luta pelo reconhecimento dessa técnica cirúrgica, chegando mesmo a promover amputações sob “sono magnético”. Todavia, o mesmerismo continuava sendo interpretado como embuste e seus defensores como impostores, mesmo diante das inumeráveis curas e testemunhos irrefutáveis.

Alertamos aos leitores que até 1841, data do início dos estudos do Dr. James Braid, todas as técnicas hipnóticas eram tratadas como oriundas do magnetismo animal. Braid ao observar como Lafontaine utilizava a fascinação ocular como indução para o transe, concluiu que a causa do mesmo seria o cansaço visual. Interessando-se pelo fenômeno, tomou sua esposa e, posteriormente, dois amigos como sujets e ordenou a cada um deles que fixasse o olhar em um gargalo de vaso ornamental. Os três entraram em transe e a tese do cansaço visual passou a ser admitida como verdadeira. Entendendo que o transe assemelhava-se a um estado de sono, Braid o chamou de hipnotismo devido ao vocábulo grego hipnos significar sono, passando assim à história como o pai do hipnotismo, ou pelo menos, do batismo desse fenômeno. Deve-se a esse médico a descoberta dos estados de catalepsia e de letargia, fato que ampliou o horizonte de pesquisa e de interesse do agora, hipnotismo.

Em 1864, um médico francês chamado Liébeault, ao tomar contato com a obra de Braid resolveu estudá-la e colocar em prática suas idéias. Esse médico calmo, humilde e caridoso teve o mérito de conquistar a confiança e a simpatia dos seus pacientes, estabelecendo um relacionamento amigável através de uma conduta ética que muito facilitava no tratamento. O grau de confiança que os pacientes tinham na sua competência humana e profissional funcionava como mais um componente a contribuir positivamente para a cura. Diante de um cliente qualquer ele propunha tratá-lo através da hipnose gratuitamente, caso contrário, utilizando o método tradicional, o tratamento deveria ser pago. Liébeault, ao ressaltar a influência do psíquico sobre o físico na hipnose recebeu de grande número de historiadores o título de pai do hipnotismo científico.

Em 1878 Charcot, neurologista chefe do hospital Salpetrière, em uma série de conferências proferidas em seu local de trabalho habilmente procurou vincular todos os fenômenos magnéticos ao hipnotismo, fato que tornou as experiências antes rejeitadas em fatos dignos de pesquisa. Uma pequena bajulação à classe médica, uma mudança de nome e eis que o magnetismo volta triunfante com entrada franca nas academias. Como Charcot lidava exclusivamente com histéricas internadas no hospital em que trabalhava chegou a apressada conclusão de que o hipnotismo é uma nevropatia de caráter automatista que se manifesta através de três fases distintas: catalepsia, letargia e sonambulismo. Com essa afirmação o hipnotismo perdeu parte do crédito que já conquistara retrocedendo ao campo das patogenias. Nota-se também que Charcot tomou a parte pelo todo quando apontou o hipnotismo como sendo “o fenômeno” e não o magnetismo. O hipnotismo é apenas um capítulo do magnetismo, este sim, o fenômeno.

A partir de então as duas escolas francesas, a da Salpetrière defendida por Charcot e a de Nancy, representada por Liébault, passaram a dominar o cenário francês. Posteriormente Charles Richet, catedrático da Universidade de Paris, ao relatar suas pesquisas na área fisiológica e psicológica fez com que Charcot voltasse a estudar com profundidade o hipnotismo, na tentativa de entender toda a sua complexidade.

Com o surgimento da psicanálise o hipnotismo ficou um pouco esquecido, retornando há algum tempo, principalmente na área psicológica com todo o seu vigor devido a própria psicanálise e a sua teoria do inconsciente, ou seja, ao conjunto dos processos e fatos psíquicos que atuam sobre a conduta do indivíduo, mas escapam ao âmbito da consciência e não podem a esta ser trazidos por nenhum esforço da vontade ou da memória, aflorando, entretanto, nos sonhos, nos atos falhos, nos estados neuróticos ou psicóticos. Isto é, quando a consciência não está vigilante.


Por Luiz Gonzaga Pinheiro

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2 Responses “Hipnotismo e Obsessão – Resumo Histórico Luiz Gonzaga Pinheiro

  1. Maria do Carmo de O Silva
    25/08/2016 at 16:05

    Estava á procura de mais informações sobre hipnotismo e sonambulismo, pois durante o estudo do livro dos espíritos, nesses assuntos ficamos sempre com muitas dúvidas. O que li aqui também não aclarou muito o assunto. Se conhecerem algum livro que possa me ajudar, ficarei grata.

    Atenciosamente,

    Maria do Carmo

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    • 26/08/2016 at 11:57

      Olá Maria, poderia nos dar mais detalhes sobre o que exatamente vc procura? Por exemplo: Um ensino introdutório ou algo mais específico como um curso de Magnetismo mesmérico? Tenho vários livros para te indicar, eles sempre fazem referências à outros. No entanto, é necessário que se tenha uma excelente base doutrinária para saber como aplicá-los no âmbito espírita. Mas caso o seu interesse inicial seja uma introdução, o artigo acima é dos mais bem escritos e sintéticos sobre o assunto, porém, é apenas uma apresentação do mesmo. Há livros que fornecem detalhes e pormenores, para isso entretanto é preciso se entregar ao estudo metódico. Fico no aguardo da sua resposta para melhor te indicar o caminho!
      Um abraço da Equipe JCE.

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