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18/10/2017

Da vida espiritual e da vida somática Carlos de Brito Imbassahy


Ontonomia — Do grego: on, ontus – ser; nomos – lei, regra.

Neologismo, por decorrência da reformulação léxica para uso de vocábulos próprios, criado para definir a parte religiosa dedicada ao estudo do ser e das leis que regem sua existência, o que, não só, foge do alcance da Ciência, como também da Metafísica.

Os conceitos materialistas que envolvem a Ontologia não permitem que se faça um estudo real sobre o assunto baseado em seus preceitos, a partir da própria definição, ou seja, parte da Metafísica que estuda o ser enquanto ser. Estudar a vida sob este prisma é fugir à existência dos Espíritos – fundamento do ser – e da sua atuação sobre a matéria para lhe dar vida e configuração.

Por outro lado, a Metafísica Escolástica não aceita o processo palingenésico da vida, o que também elimina as condições de se analisá-la sob o prisma da influência reencarnatória em cada existência.

Urge, portanto, abrir um capítulo religioso dentro do qual, usando a razão, se possa apresentar teses e hipóteses baseadas nos preceitos fundamentados nas vidas sucessivas, desde sempre adotados pelos orientais em suas correntes filosóficas.

Partindo-se da Cosmogênese teonômica, o primeiro ponto a ser observado é que, na hipótese de trabalho, admite-se como fato a existência (o Dasein, segundo Heidegger) do mundo ou domínio espiritual antes da formação do Universo que só teve origem como necessidade de vida dos Entes espirituais em formas e espécies.

Dentro desta conceituação, há que se admitir que a ocorrência mineral, mesmo que não seja considerada biológica, só foi possível porque os elementos químicos de formação já existiam no domínio espiritual para que, a partir deles, fossem moldados os espectros minerais correspondentes. Regra geral para a Criação.

Levando-se em conta a premissa de que os minerais não tenham vontade de ação, para que possam se manifestar na vida material, o que se admite em essência é que, também na Espiritualidade exista operários encarregados de construir os mundos usando as energias desses elementos ditos inativos ou geológicos, melhor dizendo, formas sem vida.

A coerência com a posição científica das pesquisas físicas em laboratórios de aceleradores de partículas leva a se afirmar que haja um princípio geral ativo que atua na massa cósmica, modulando-a ou construindo essas formas, porque, por si só, como já foi dito, a energia em expansão não seria capaz de se transformar e dar origem a nada.

Partindo, pois, dessa premissa, o reencarnacionista admite que haja um mundo espiritual onde habitam as formas; estas formas é que, então, são lançadas pelos operários da Espiritualidade na conformação material dos mundos para dar-lhes as devidas estruturas.

Em síntese, os minerais possuem no dito mundo do Além seus correspondentes com as mesmas características, ou, com propriedades capazes de dotar a vida sideral com características minerais não biológicas. O mesmo pode-se dizer para o que mais seja encontrado.

Estruturalmente, portanto, dividiremos que, no Universo atuam três tipos de moduladores da sua energia, responsáveis por tudo o que exista. São eles:

Agentes de forma – são elementares e têm, apenas, capacidade de estruturar, quando muito, as partículas atômicas, os átomos, as moléculas e a matéria pura (substâncias químicas), formando , com isso, o reino mineral. Tal agente será, no mínimo, quadridimensional, para que possa atuar sobre a energia amorfa – fundamento da existência material – posto que esta possui, sem dúvida, quatro dimensões, verificáveis através de aparelhos chamados TE E (tensores espaciais energéticos). Esses tensores são capazes de comprimir um campo de energia que, por não possuir vazios, é incompressível. O resultado obtido mostra que o campo em experiência foge, com sua energia, para uma outra dimensão, como se estivéssemos apertando a massa do pão com as mãos e ela fluísse pelos dedos.

Agentes de vida – não são elementares quanto os anteriores, tendo, mesmo, capacidade de atuar sobre as estruturas materiais – a chamemo-las assim por falta de outra designação – por eles formadas. Agregam o princípio básico vital, que é o vegetativo. São responsáveis pelas formas fitológicas, a partir do psicofitóide, incluindo o psicozoóide, o reino virótico, as cianofíceas, enfim, os vegetais em qualquer classificação que se adote. Da monera de Hæckel às angiospermas (árvores frutíferas) e tudo o que a velha Botânica estudava.

Agentes anímicos – estruturam a vida e dão—lhe animação; são os espíritos dos animais em seus diversos graus de adiantamento, inclusive a espécie hominal e não somente ela. Estruturam organismos capazes de se constituírem desde as formas paleontológicas primitivas até os animais conhecidos, sendo capazes de agregar os agentes inferiores essenciais na elaboração de seus aludidos organismos.

Sob sua influência, as vidas inferiores, células e micróbios, podem ser agregados estruturalmente pelo seu campo vital, dito estruturador, que age como o campo magnético de um imã sobre as limalhas de ferro e níquel, agregando-as.

Os espíritos, portanto, encerram em si o campo que irá atuar no mundo material e neste campo encontram-se também os princípios indutores de tudo o que possa se constituir organicamente no corpo somático.

Tal conclusão deve-se às pesquisas e Sir Williams Crookes quando auscultou as aparições estereológicas – fantasmas (ghost) – a partir de Kate King. Esse fantasma apresentava as reações correlatas com batimentos cardíacos, pressão pulsos sangüíneos, respiração, e várias outras peculiaridades inerentes à vida humana terrena a ponto de fazer com que o experimentador garantisse que Kate mantinha consigo as características da vida encarnada.

Lembremo-nos, apenas, que a médium era miss Cook.

Temos, ainda, pesquisas desenvolvidas a partir de experiências suecas conhecidas como pesagem da alma e americanas, com o o Life’s Field de Harold Saxton Burr, registrando, através de aparelhos específicos, a existência do campo indutor de vida provadamente estranho ao domínio físico de existência da energia universal.

O que se pode concluir, portanto, é que, como o espírito vem a ser anterior ao corpo, induz neste, a partir do feto e através do referido campo de vida, as propriedades registradas por Crookes quando auscultou Kate King. Como tal, os espíritos encerram em si o campo do que vá estruturar no organismo material dando origem a essas funções biológicas.

O mesmo pode ser dito em relação à vida vegetativa e correlatas como ainda no caso dos minerais, guardados seus respectivos graus evolutivos.

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GENERALIDADES

Tem-se a errônea opinião de que o espírito encarnado utiliza toda sua estrutura espiritual para formar o corpo e, como tal, radicaliza-se dizendo que a alma é um espírito encarnado. Tudo indica, porém, que a alma seja apenas uma parte do espírito posta em jogo durante cada processo encarnatório.

A favor dessa afirmativa temos: o campo psíquico que constrói o corpo só define um dos sexos em que a criatura deva se encarnar, o que resta garantir que o outro sexo não entra na configuração e, como tal, seu campo correlato permanece na estrutura espiritual que não foi posta em jogo. Por outro lado, temos o inconsciente, memória das vidas pretéritas, que também não é lançado no processo encarnatório e que, como tal, permanece arquivado na memória do espírito que não se manifesta no processo da encarnação.

Se fosse sempre o mesmo campo estruturador moldando os diversos corpos nas diversas e respectivas encarnações, a diferença entre eles seria mínima e perfeitamente identificável, principalmente em se levando na conta de que, nos diversos casos sugestivos de reencarnação, o que se tem é sempre uma personalidade idêntica e um corpo distinto.

É bem mais admissível, portanto, supor que, em cada encarnação, o espírito disponha, apenas, das linhas de força da parte do campo estrutural que possua, necessária à formação daquele corpo, para aquela vida.

Justifica também a escolha genética dos pais para esse fim; é a necessidade biológica.

Pode ser que um dia a Ciência (espírita) comprove a veracidade desse posicionamento, ou desminta-o. Só o tempo dirá. Porém, será difícil encontrar uma justificativa para a diversificação dos sexos para que a criatura não seja hermafrodita, no caso, possua simultaneamente ambos os sexos, pois, energeticamente, eles são opostos e reequilibrantes, o que explica a necessidade de se ter um macho e uma fêmea para a reprodução da maioria dos animais, o que se verifica ainda na polinização para a frutificação das plantas.

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O SEXO

Um dos casos mais polêmicos e difíceis de se abordar é a correlação entre o campo espiritual e o corpo na parte relativa ao sexo. Um a série de configurações define ências entre os pontos de vista e as hipóteses de trabalho das diversas correntes existentes correlatas com ele.

A natureza mostra que, sem dúvida, os seres animais e, mesmo, as flores dos vegetais, possuem dois sexos distintos e contrários energeticamente sexos esses que se compõem de uma série de conseqüências vitais, inclusive a perpetuação das espécies pelo acasalamento desses dois tipos de campos opostos.

O Espírito não procria, porque isso seria negar a propriedade cria dora de Deus, como causa primária de tudo. Logo, o campo sexual dos espíritos, obrigatoriamente, terá outras finalidades que também irão se manifestar no corpo e correspondente às funções psíquicas desse campo. Lamentavelmente, portanto, sem querer criticar a posição dos Papas, somos obrigados a dizer que eles estão completamente errados quando querem interpretar o ato sexual exclusivamente com o fito da procriação.

Neste sentido – e baseado em Kardec, quando garante que os pares serão únicos numa civilização adiantada –, temos que admitir que tal prática só obedecerá a esses desígnios espirituais de reequilíbrio energético quando realizada com a pessoa certa, o que tem fundamento dentro das conclusões acerca do reequilíbrio de um elétron com o seu antielétron (o pósitron) correspondente e não com qualquer outro, fenômeno verificado nos aceleradores fermi.

Uma faceta importante de destaque é, ainda, o aspecto espirítico de que todos deveriam saber se encarnar em ambos os sexos cabendo respeitarem os vínculos correspondentes, fator preponderante para o progresso individual. Ninguém pode misturar as tendências sexuais encarnatórias do sexo de seu corpo com os desejos recônditos de seu imo; o processo encarnatório, em casos contrários, é uma forma educativa para corrigir tendências erradas.

Finalmente, há que supor que a reprodução sexual deva ter sido a única forma até então encontrada, correlata com os vínculos espirituais, para que a procriação da espécie pudesse ser efetivada. Os novos estudos já sugerem os clones. O futuro dirá.

Um outro ponto a se ponderar é o cruzamento de espécies afins, porém não idênticas, gerando seres híbridos, por vezes, que não se perpetuam, porque sua miscigenação não corresponde ao processo biológico natural reprodutivo. Há, todavia , casos, principalmente em botânica, em que se consegue obter uma nova espécie a partir de cruzamentos distintos.

O que se afigura é que tudo isso, inclusive o processo dos clones, obedece às leis sábias da natureza; ninguém as contraria impunemente.

Do mesmo modo que, por força da necessidade, foi aproveitada a reprodução sexual da maioria dos seres vivos para perpetuação e reformulação das espécies, também outros processos redundarão, com êxito, para que, numa civilização superior, se possa ter a reprodução, mesmo sem necessidade do processo sexual, sem dúvida, para desagrado dos aficionados.

A religião não pode ser – como tem sido – entrave ao progresso e às novas descobertas.

O grande problema que faz com que a Teonomia divirja de todo e qualquer fundamento teológico ou divinal é que ela aceita o progresso, a evolução e acompanha a par e passo os conhecimentos que os homens possam adquirir, enquanto que as seitas, com seus dogmas, tabus e infalibilidades, são obrigadas a repudiar todo e qualquer avanço científico que possa atingir qualquer um de seus lemas proclamados em nome de Deus.

Eis, pois, o grande motivo pelo qual há, sobre o mistério do sexo tanto tabu, tanto preconceito e tanta coação!

Se um Espírito detém ambos os sexos, independente de qualquer prática que possa realizar, é porque isso representa uma forma universal, pois as flores completas também apresentam, no seu primitivismo existencial, o gineceu ou pistilo (carpelo), órgão feminino e o androceu ou estames, masculino, mostrando que, sem dúvida, no processo espectral, os agentes fitológicos correspondentes possuam ambos os princípios reprodutores e que, como espécie rudimentar de vida, possa se manifestar dessa forma, na materialização do corpo físico correspondente.

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DA FORMAÇÃO SOMÁTICA

Já foi dito que o espírito modula o feto no ventre materno, a fim de que possa construir um corpo compatível com suas necessidades palingenéticas.

Para tal, duas são as condições essenciais:

A primeira, que, geneticamente, os pais possam fornecer, através de seus cromossomos, a condição material para que se forme o corpo compatível com a necessidade encarnatória desse filho. Pelo menos, até que a reprodução por clone se torne realidade.

Depois, que haja afinidade espiritual com o nascituro, quer por compatibilidades puramente biológicas, quer por relacionamentos espirituais de vidas pretéritas ou mesmo, de simples relacionamentos personalísticos. Nada disso nega a hereditariedade genética.

Parte-se, desse modo, do princípio de que, quando qualquer Espírito deseja se reencarnar, a primeira coisa feita é a escolha dos pais adequados que possam lhe fornecer os elementos biológicos essenciais às suas necessidades. Isto pode ocorrer de duas formas: por um processo cármico de dependência entre pais e filhos, ou, simplesmente pelo processo carnal.

No primeiro caso temos que levar em conta o relacionamento espiritual de vidas passadas existentes entre pais e filhos e que justifiquem a genealogia familiar; as dívidas pretéritas, comuns e adquiridas por causa de relações que cinjam estes Espíritos entre si, levam ao processo de outro estado de dependência que acaba resultando no processo de nascimento.

Na outra circunstância, o Espírito que deva nascer procura uma família afim, capaz de permitir que ele cumpra seus desígnios encarnatórios.

Ambos os casos obrigam o que vem ao mundo a uma escolha compatível com o que vá enfrentar, como conseqüência do que caiba passar, tanto na parte física e moral, como na espiritual; por isso, é importante que a hereditariedade genética lhe forneça a condição biológica para que seu corpo somático esteja compatível com sua vida.

Assim, explica-se uma série de fatores encarnatórios: primeiro, a vida passada a atuar na presente, porque, do mesmo, modo que o corpo modula o perispírito, este, ao formar o novo soma, irá impregná-lo destas modulações e, para isto, a afinidade geral é de suma importância.

Esse será o grande motivo pelo qual o espírito precisa encontrar os pais certos, respeitando as leis de afinidade para que consiga realizar o processo material adequado à vida que há de levar. Mesmo assim, é importante ressaltar que sua personalidade jamais se altera.

Dessa forma, o Espírito pode moldar um corpo de maneira que ele tenha condição de absorver tudo aquilo que esteja gravado no perispírito, necessário ao progresso espiritual. Com isso, a máxima do assim como fizeres, assim acharás se justificará plenamente; para tal, cada corpo estará sofrendo as influências do perispírito que o moldou em consonância com o que tenha acumulado em decorrência dos seus atos pretéritos.

Ademais, é um princípio físico: só retorna à fonte a energia que ela tenha emitido, para reequilibrar o sistema. Traduzindo para o caso espiritual, pode-se dizer que o retorno de nossas ações tem o mesmo procedimento, o que implica em dizer que, o que sofremos nada mais será do que o retorno de nossas próprias emissões psíquicas em decorrência de nossas atitudes.

Quanto à formação somática, a Bioquímica explica melhor.

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DO CORPO ESPIRITUAL

Toda aparelhagem científica foi rigorosamente estruturada e construída em decorrência dos conhecimentos materiais sem levar em conta os envolvimentos espirituais, por serem desconhecidos. Isto dificulta a pesquisa da existência psíquica, como um domínio à parte.

Sabe-se, através das observações mediúnicas, que o Espírito ou ser desencarnado se manifesta em nosso meio, porém, não se pode detectá-lo de nenhuma forma, por falta de condições técnicas causadas pelo inteiro desconhecimento da existência espiritual.

O máximo que se pode obter é verificar, através de aparelhos munidos de osciloscópios que o médium, durante o transe, apresenta um aumento de campo, demonstrando que a ele está acoplado algo além do que gere sua bioenergia. Mas isto é o campo perispiritual do manifestante.

A aparelhagem empregada é a mesma que Harold Saxton Burr usou para verificar a existência do campo de vida (Life’s Field) narrado em seu livro que detém esse nome inglês.

Dizer que o Espírito é uma psicoenergia nada define, conceitua sem esclarecer, dá um nome àquilo que ainda não se sabe o que seja. Pelo menos, tira a impressão de que o Espírito seja formado pelos mesmos subelementos energéticos que compõem um átomo na formação molecular. Ou seja, não é material, na sua formação.

Quem pensa que espírito seja constituído de átomos sutis é porque ainda não se libertou do materialismo tradicionalista e guarda resquícios de que tudo se fundamenta na energia física, a mesma que compõe a matéria.

Espírito e matéria são dois entes distintos, desde que se entenda matéria como sendo o domínio energético em que vivemos. Confundir um com outro é absurdo. Se o espírito fosse constituído do mesmo elemento que compõe a energia cósmica ele também seria efeito de algum outro agente e não poderia atuar sobre ela senão para realizar trabalho, com sói ocorrer com um agente mecânico; afinal, cairia na mesma condição de que a energia, por si, não pode se alterar e o espírito, se fosse da mesma energia, não causaria a aludida alteração.

Todo e qualquer trabalho que se arvore em configurar a existência espiritual composta de elementos, mesmo extraquímicos e distintos dos nossos conhecidos, a partir da mesma condensação de energia, pecará por base, pela insistência materialista em achar que o princípio da existência de tudo é a própria energia que compõe os sistemas que formam o Universo.

O corpo espiritual foge inteiramente ao conhecimento humano, motivo por que não se tem aparelhagem adequada para sua pesquisa e análise. O que se sabe é que ele tem condições de atuar sobre a energia existente e modulá-la, não só dando-lhe formas como usando-a para realizar fenômenos que são ditos e havidos como paranormais.

Essa é outra parte em que a Teonomia diverge de qualquer estudo religioso que imponha o dogma para aceitação das suas verdades, ou seja, de que sejam mistérios que não podemos desvendar, em vez de admitir e reconhecer que nossa sabedoria está longe de alcançar todas as verdades, contudo, que um dia chegaremos lá, pela evolução e pelo estudo. Já vivemos períodos de muito menos conhecimentos e vários tabus preestabelecidos já foram desmitificados.

Assim como o conhecimento se faz por etapas, para definir cada coisa – ou o que quer que seja – tem-se que esperar até que esse conhecimento humano atinja a um ponto essencial capaz de desvendar o que ainda não se conheça.

A Ontonomia em si é uma doutrina progressista e avançará junto com as descobertas, motivo pelo qual será um capítulo a ser complementado ad eternum.


Capítulo VI da Obra: E Deus, Existe? – Prof. Carlos de Brito Imbassahy

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