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29/06/2017

A verdade não teme exame: Os fenômenos mediúnicos e os homens de ciência


O Espiritismo é uma ciência cujo fim é a demonstração experimental da existência da alma e sua imortalidade, por meio de comunicações com aqueles aos quais impropriamente têm sido chamados mortos. Há quase dois séculos foram empreendidas as primeiras investigações sobre esse assunto; homens de ciência da mais alta notoriedade consagraram longos anos de estudos para certificar os fatos que formam a base desta doutrina, e foram unânimes em afirmar a autenticidade dos fenômenos que pareciam produto da superstição e do fanatismo.

Na França, conheciam-se imperfeitamente essas pesquisas, de sorte que, aos olhos do grande público, o Espiritismo não passava de farsa de mesas girantes. Contudo, o tempo desempenhou o seu papel, e essa doutrina apresenta hoje ao experimentador imparcial uma série de experiências rigorosas, metodicamente conduzidas, que provam, com segurança, a sobrevivência do eu humano à desagregação corporal. São esses fatos que queremos expor, a fim de que eles implantem em todas as consciências a convicção da imortalidade, não mais baseada somente na fé ou no raciocínio, mas solidamente firmada na Ciência e no seu método severo e positivo.

A geração atual está fatigada de especulações metafísicas; recusa crer naquilo que não está absolutamente demonstrado, e, se o movimento espírita, que já conta milhões de adeptos no mundo inteiro, não ocupou ainda o primeiro lugar, deve-se isso a que seus adeptos negligenciaram, até então, pôr sob os olhos do público fatos bem averiguados. A maior parte das publicações periódicas contém comunicações de Espíritos, as quais podem ser interessantes sob certos pontos de vista.

 

Robert Hare — Conhecido sábio americano, foi prof. de Química da Universidade de Pensilvania. Diz ele: — “Sentia-me chamado pelo dever para com os meus semelhantes a empregar toda a minha influência para deter a crescente demência popular, que se pronunciava por essa grosseira ilusão chamada Espiritismo. Anos depois eu era também um demente e comunicava minhas observações e experiências à Associação para o Progresso das Ciências, em um livro intitulado “Experimental Investigations of the Spirit Manifestations”.

William Crookes — celebre físico e químico inglês, inventor do radiômetro, descobridor do tálio e do 4º estado da matéria radiante. Os raios X foram a conseqüência de seus estudos. Este sábio, durante quatro anos com o médium Home e três com Florence Cook fez controladíssimas experiências e terminou escrevendo o livro, que aí se encontra nas livrarias, “Fatos Espiritas”. Diz ele: “Não digo que esses fenômenos sejam possíveis, mas sim que são reais”.

Gabriel Delanne — Foi um dos grandes cientistas do Espiritismo e divulgador desta Doutrina, chamado também de “o grande discípulo de Allan Kardec. Fundou o jornal francês “LE SPIRITISME” em 1882 e se dedicou a percorrer toda a Europa para palestrar a favor das suas convicções. Ao lado do filósofo Léon Denis, participou ativamente do 1º Congresso Espírita e Espiritualista, em 1890. Trabalhou com seu conterrâneo e fisiologista Charles Richet nas pesquisas acerca da metapsíquica. Seu acervo de experiências foi exposto na “REVISTA CIENTÍFICA E MORAL DO ESPIRITISMO”, por ele mesmo fundada, que foi publicada por vários anos.

Conde Alexander Aksakof — Conselheiro do Império Russo, homem de cultura universitária, Doutor em Filosofia, Químico, Físico, redator da “Psichische Studien”, autor da obra “Animismo e Espiritismo”, traduzida em todas as línguas. Especialista línguas antigas como Aramaico e Latim

Alfred Russell Wallace — Notável naturalista inglês, verdadeiro emulo de Darwin, foi presidente da Sociedade de Antropologia de Londres e autor da teoria da seleção natural. Escreveu muitas obras, entre as quais “Defesa do Espiritismo” e ‘Os Milagres e o Moderno Espíritualismo”. Esta frase é sua: — “Eu era materialista, mas os fatos são incontestáveis; os fatos me venceram”.

Sir Oliver J. Lodge — chamado o “Pai da Física moderna”, presidente da seção de Ciências Matemáticas e Físicas, da Associação Inglesa para o Progresso das Ciências; reitor da Universidade de Birmingham, espírita convicto, autor de muitos livros, inclusive “Raymond”, obra traduzida pelo nosso Monteiro Lobato.

Cesare Lombroso — O famoso antropólogo disse: — “Estou envergonhado e pesaroso por haver combatido com tanta tenacidade os fatos chamados espíritas; os fatos existem e eu me jacto de ser escravo dos fatos”. Deixou o livro “Os fenômenos hipnóticos e espíritas”.

Paul Gibier — Notável bacteriologista francês, “braço direito” de Pasteur, a quem sucedeu. Estudou e combateu a febre-amarela, em Cuba e o cólera, na Espanha, incumbido pelo governo francês e estudou o “Método Experimental” na Alemanha. Declarando-se espírita, teve de fugir para a Pátria da Liberdade, América do Norte, sendo nomeado Diretor do Instituto de Microbiologia de Nova York. Aí estão traduzidos seus livros: “A Análise das Coisas” e “O Espiritismo”.

 James H. Hyslop — Professor de Lógica da Universidade de Nova York. Investigador paciente, encheu com seus estudos muitas páginas dos “Proceedings of the Society for Psychical Research”.

Johann Karl Friedrich Zöllner — professor de Astronomia da Universidade de Leipzig. Presidiu a comissão de catedráticos alemães, composta pelos doutores Fecher (físico) Weber (eletricista) e Schneiner (matemático), comissão que estudou os fenômenos pelo médium Slade. Realizou sessões com o médium D’Esperance, juntamente com o botânico Friese e Aksakof. Deixou a obra “Física Transcendental” — Diz ele: — “Adquiri a prova da existência do mundo invisível que pode entrar em relações com a humanidade”. Foi terrível adversário do Espiritismo e tendo, tanto ele como o Prof. Friese, feito pública profissão de suas crenças em conferências públicas e memórias, foram demitidos das Universidades em que lecionavam.

Camille Flammarion — O mais conhecido dos astrônomos do mundo, consagrou ao Espiritismo todo e seu vasto saber e formidável talento em obras hoje encontradas por todo o nosso país. Diz ele: “Assistimos a aurora de uma grande ciência. Quem pode prever as que este estudo nos pode proporcionar?”

 John Worth Edmonds — ex-Presidente do Senado dos Estados Unidos e da Audiência de Nova York, é autor do livro “The American Spiritualism”. Diz: — “Acreditava’ passar por uma grande decepção, mas minhas investigações me deram um resultado muito distinto”.

Herbert Mayo — Professor de Anatomia Comparada do Real Colégio de Cirurgiões, de Londres, em seu livro “Letters ou the Truth contained in Popular Supertitions”, Diz: — “Tenho verificado grande número de fenômenos espíritas, especialmente por meio dos clarividentes”.

Dr. A. Oxon (Stainton Moses) — sábio inglês, professor da Universidade de Oxford, estudou durante cinco anos os fenômenos de psicografia, tendo escrito o livro “Spirit ident”, no qual declara: — “Os fatos que exponho são resultados das minhas próprias experiências; eles me deram a evidência de que existe uma força e uma inteligência exteriores do corpo humano’’.

Victor Hugo — o grande desterrado de Jersey, foi iniciado por Mme. Girardin, no Espiritismo. Diz o grande romancista e poeta: — “Evitar o fenômeno espírita, negá-lo perante a opinião. pública, e declarar bancarrota à Verdade”.

Dr. Schiaparelli — sábio italiano, Diretor do Observatório Astronômico de Milão. Tomou parte na comissão que estudou os fenômenos espíritas por de Eusapia Paladino e afirmou a sua realidade.

 Dr. Ochorowics — sábio polaco, professor da Universidade, diz: — “Quando me lembro que li as obras de Crookes sobre os fenômenos mediúnicos, com um sorriso estúpido, me envergonho de mim mesmo”.

A. de Morgan — presidente da Sociedade de Matemática de Londres e secretário da Real Sociedade Astronômica, escreveu “From matter to spirit” e disse: — “Os fatos espíritas não podem ser explicados pela impostura, pela casualidade, nem pelo erro”.

Victorien Sardou — o grande dramaturgo francês, foi médium espírita desenhista e escrevente. Defende o Espiritismo na sua comédia “O Espiritismo”.

Dr. Gladstone — chefe do Partido Liberal inglês notável orador parlamentar, Presidente do Conselho de Ministros, publicou na “Light” uma grande série de cartas favoráveis ao Espiritismo, fazendo, numa delas, sua profissão de fé: — “Creio que os fatos espíritas são devidos as forças inteligentes que apenas conhecemos”.

Drs. Wagner e Butlerov — Professores catedráticos da antiga Universidade de S.Petersburgo, foram membros da comissão de cientistas russos que, presidida por Mendelé Jef, estudou os fenômenos espíritas, estando suas experiências registradas no livro “Animismo e Espiritismo” de Aksakof.

Challis — professor de Astronomia da Universidade de Cambndge, em carta que publicou no jornal clerical “Clerical Journal”, diz: — “Os testemunhos relativos aos fenômenos espíritas, e concordantes, que, ou se aceitam esses fatos ou se abandona de uma vez o testemunho dos homens”.

Mapes — sábio professor norte-americano, lente de química da Academia Nacional dos Estados Unidos, que combateu a princípio o Espiritismo, terminou dizendo: —“Quando vi que alguns dos meus amigos achavam-se entregues à magia moderna, resolvi investigar o que nela havia de verdade para salvar os homens respeitáveis e ilustres que estavam em caminho da imbecilidade. O resultado de tão humanitária empresa foi cair eu também na imbecilidade em que estavam os meus amigos”.

Thury — professor da Academia de Genebra e membro das Sociedades de Física e da de História Natural publicou um trabalho intitulado “Les tables tournantes”, relatando as experiências realizadas pelo Conde Gasparin e as que ele verificou com outros amigos. Diz êle: — “Sua realidade está estabelecida. Não podendo demonstrar sua impossibilidade à priori, ninguém tem o direito de chamá-los de absurdos (os fenômenos) e nem repudiar os testemunhos sérios que os afirmam”.

V Nassan W. Sênior — Chefe de Chancelaria e professor de Economia de Universidade de Ox ford, se convenceu da Verdade do Espiritismo. Em sua “Historical and Filosofical Essais”, diz: — “É indubitável que esses fenômenos devem ser estudados cuidadosamente. Antes de terminar este século eles formarão uma Ciência”.

Conde A. de Rochas — Coronel de Engenheiros, Diretor da Escola Politécnica da França, escreveu notáveis livros como “A esteriorização da sensibilidade”, “Levitação” e muitos outros. Afirma que existe uma força que serve para nos pôr em relação com seres de natureza que o mundo ignora.

P. Barkas — sábio inglês, professor de Geologia em Newcastle, estudou durante oito anos os fenômenos espíritas e sobre eles escreveu a obra “Outlinss of investigations in to modern spiritualism”.

Luiz Figuier — escritor francês, depois de enérgico combate ao Espiritismo em “História do Maravilhoso”, termina sustentando teorias verdadeiramente espíritas em seu livro. “Depois da Morte”. “Tenho certeza (diz êle), que existem seres intermediários entre Deus e o homem. Ignoro como eles podem se comunicar com a Terra, mas o fato da comunicação parece-me positivo”.

Dr. Sexton — médico e advogado inglês, membro da Sociedade Geográfica e da Sociedade Zoológica de Londres, depois de muito haver combatido o Espiritismo, resolveu-se a estudá-lo. Fez-se espírita depois de estudar durante 15 anos. Escreveu “Spirit Medium and Conjurers”, em que diz: — “As provas são tão patentes que é impôssível a negação. São três os estados dalma: negação, dúvida e convicção. Meu espírito passou por esses três estados”.

Prof. Morselli — Lente de moléstias mentais da Universidade de Gênova, escreveu a “Psicologia e Espiritismo”, sustentando os fatos espíritas.

Outros grandes homens de elevada inteligência e valor…
Bourgeois, Ribot, ex-presidente do Conselho de Ministros;
Radolim e Nelidof, então embaixadores da Alemanha e da Rússia,
Grão-Duque Paulo,
Os Príncipes de Bonaparte,
Curie, o descobridor do radium,
Sully Prudhome,
Cheysson, Bertelot,
Barboux,
Ciard,
Bouchard,
Brouarrel,
D’Arsonval, Garriel, professores da Faculdade de Medicina da França,
Jenssen, diretor do Observatório de Mendon,
Perrier, diretor do Museu de Ciências Naturais,
Séalles, prof. de Filosofia da Universidade Francesa;
Metchnikof, diretor do Instituto Pasteur ;
Professores de Universidades: Terrier e Sully, de Londres,
Tamburini e Scossi, de Módena;
Bechteref, russo;
Yung e Flournoy, de Genebra;
Achorowicz, de Lamberg;
Vogt e Lassar, de Berlim;
Dubois, de Lion;
Istrati, de Bucarest;
Bernheim e Liébault, de Nancy
E tantos outros vultos do mundo civilizado…
Dentre todos esses grandes homens da ciência, o Professor Charles Robert Richet forcejou de todas as formas e terminou baqueado diante da Verdade após 30 anos de pesquisas e estudos sobre os fenômenos espíritas.

A VERDADE NÃO TEME EXAME.

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4 Responses “A verdade não teme exame: Os fenômenos mediúnicos e os homens de ciência”

  1. Olga de Abreu Teixeira
    26/01/2016 at 04:56

    Estou muito confortada e, porque nao dizer, muito empolgada em conhecer este site. Pretendo estudar tudo o que aqui foi divulgado e, desta forma, me instrumentalizar para sair da segunda etapa dita pelo Dr. Sexton: duvida, e poder rumar para a terceira, antes terminar minha jornada terrena. Muito obrigada por existirem.
    Olga

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  2. 23/11/2016 at 23:24

    Parabéns ao site e seus coordenadores, seu conteúdo é claro, transparente e muito responsável.
    Para se estudar e vivenciar a doutrina espírita antes de tudo temos de ser honestos e corajosos com nós mesmos.
    Todos podemos, mas infelizmente quase sempre, nosso preconceito e preguiça nos afasta dos estudo sérios da doutrina espírita.
    “A mente não é física” e somos imortais.
    A ciência espírita investiga e prova o ser imortal “espírito” a mais de 150 anos; só não vê e não acredita quem não quer de fato abrir os olhos envolto na síndrome da alergia e medo do futuro.

    Abraço e parabéns ao excelente conteúdo aqui divulgado.

    Att, Altemir Brehm

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    • 24/11/2016 at 10:45

      Nosso muito obrigado Altemir!
      Um grande abraço de toda a equipe JCE.

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